Canas de jigging Grandwave

Nesta saída de pesca começámos por corricar. A ausência de toques denotava pouca presença de peixe, pelo que se mostrava necessário mudar de estratégia. Decidimos então prospetar zonas mais fundas utilizando a ajuda dos meios eletrónicos. Com a sonda foi possível detetar alguns pontos com atividade junto ao fundo. Nestas circunstâncias, a pesca vertical com jigs ou com amostras flexíveis é recomendada.

Fomos deixando cair o jig nos vários pontos que nos pareciam reunir condições, sempre observando a informação fornecida pela sonda. Sabemos que é nos momentos de descida do jig que ocorrem muitos dos ataques. A dada altura, o nosso D’Slow Jig de 80g foi atacado com violência.

Os primeiros momentos do combate indiciavam que havíamos ferrado um bom peixe. Efetivamente tratava-se de um belo robalo que pôs à prova o nosso equipamento e as nossas capacidades.

Utilizámos a cana de jigging Grandwave Baitcasting de 1,99m, com um blank fino em carbono de alto módulo, possuindo ação com grande reserva de potência e cujo desempenho reputamos de excelente.

Na animação dos jigs a cana mostrou os seus atributos para os quais concorrem o encaixe "Off Set" em que a ponteira encaixa no elemento base, os passadores Fuji K e a pega EVA com faces lisas para fixação ótima sob a axila.

Mais uma vez o slow jigging mostrou a sua eficácia, sobretudo quando se utilizam equipamentos adequados, como é o caso das canas Grandwave. Estas, estão disponíveis em modelos spinning para a utilização com carretos de bobina fixa e em modelos baitcasting utilizados com carretos de bobina móvel.